Independente da situação, sempre vou apoiar o Galo de Juiz de Fora
Minha paixão pelo futebol surgiu em casa mesmo, um pai vascaíno e uma mãe flamenguista. Comecei a jogar futsal com 5 anos e nunca mais parei. Segui a paixão de ser flamenguista da minha mãe até 2011, mas aí conheci o Tupi. Fui na final da Série D contra o Santa Cruz, 1×0 no “Helenão”, na hora do gol fui ao banheiro e perdi o lance. Desde 2011, acompanho o Tupi, independente da situação, sempre vou apoiar o Galo de Juiz de Fora.
No geral, acompanho o futebol de vários lugares, mas principalmente o futebol brasileiro, desde o campeonato estadual até os times que disputam a Libertadores. Em 2016, nas olimpíadas do Rio, comecei a acompanhar a seleção feminina de futebol e, depois desse ano, me aproximei mais do futebol feminino. Fiz um ano de Artes Visuais e o ENEM de novo, passei para RTVI. No primeiro período, em 2023, produzi um documentário sobre o Uberabinha, time de base da cidade, e, a partir desse documentário, ganhei visibilidade e comecei a acompanhar o futebol de várzea da região.
Foi então que, em 2024, tive a oportunidade de começar a trabalhar como cinegrafista na P2 Produtora de Conteúdo, empresa que transmite jogos de futebol em Juiz de Fora e na região. A partir desse momento, comecei a trabalhar com futebol toda semana, seja fotografando ou transmitindo partidas do esporte.