Desde que me entendo por gente, sou rubro-negro

Muitas vezes o nosso time de coração entra na nossa vida antes mesmo de entendermos o que é o esporte. Não lembro exatamente de quando percebi que era Flamengo, desde que me entendo por gente, sou rubro-negro.

Por conta de morar longe, e ser complicada a logística de ir ao estádio, minha primeira vez no Maracanã foi apenas em 2023, no jogo contra o Botafogo, pelo Brasileirão, em que perdemos por 3×2. Mesmo com a derrota naquele dia, a experiência foi mágica e me fez entender ainda mais o que era ser Flamengo. Depois disso, fui mais duas vezes, uma em 2024 contra o Juventude pelo Campeonato Brasileiro, e outra em 2025, pelas quartas de final da Libertadores, contra o Estudiantes.

O Flamengo transborda seus torcedores de emoção, desde ser o único Tetracampeão da Libertadores no Brasil, até terem trauma com a musiquinha do Jornal da Globo após a partida de eliminação na competição em 2012.

Estou muito feliz e motivado por integrar este projeto, que vejo como um passo fundamental na minha trajetória. A primeira Copa do Mundo que lembro de ter acompanhado foi a de 2014, no Brasil, quando infelizmente ocorreu o 7×1 para a Alemanha. Meu pai sempre me motivou a acompanhar; em 2014 e 2018 íamos ao Centro trocar figurinhas até completar o álbum da Copa. Felizmente, consegui terminar ambos.

É como um torcedor um dia disse: “Quando o Flamengo vence, há mais amor nos morros, mais doçura nos lares, mais vibração nas ruas, a vida canta, os ânimos se revigoram, o homem trabalha mais e melhor, os filhos ganham presentes. Há beijos nas praças e nos jardins, porque a alma está em paz, está feliz”.