A COPA DO MUNDO QUE EU VI
A Copa do Mundo 2026 que eu vi foi a Copa dos protagonistas, do brilho das estrelas em todas as seleções.
A Copa do Mundo 2026 que eu vi foi a Copa das polêmicas migratórias antes dos jogos começarem e durante com a influência externa na arbitragem também.
A Copa do Mundo 2026 que eu vi foi a Copa que sacramentou trabalhos bem organizados nas seleções que foram longe, como a escola espanhola dominando seus jogos rumo ao bicampeonato.
A Copa do Mundo 2026 também foi, de certa forma, a minha própria Copa na Rádio Facom 59, com 13 transmissões feitas. Da abertura do maior torneio do mundo ao nosso último jogo – a semi entre Argentina e Inglaterra – foram treze partidas dividindo a mesa com grandes amigos e colegas. Um trabalho árduo e difícil para conseguir entregar um bom nível não só para minha avaliação própria mas também para quem decidiu acompanhar a Copa do Mundo com a gente.
A Copa do Mundo 2026 foi a Copa que eu cobri toda a preparação e os jogos de duas equipes que viajaram até a América do Norte. Um grande obrigado a seleção inglesa e a seleção escocesa, que me fizeram ver esse espetáculo do futebol por outros pares de olhos.
A Copa do Mundo 2026 que eu vi foi a maior Copa de todos os tempos e, mesmo com todos os problemas e percalços das equipes, torcedores e jornalistas, foi uma das, senão a melhor da história.