Sempre ouvi as histórias que meu avô contava sobre a geração de 81
Comecei a gostar de futebol ainda na infância, por influência do meu pai e do meu avô. Desde sempre sou torcedor do Flamengo, e ouvi as histórias que meu avô contava sobre a geração de 81. Ele dizia como o Zico era mágico, e cheguei a pensar, naquela época, que jamais viveria algo semelhante ao que ele havia vivido com o Flamengo. Um marco muito importante na minha paixão por futebol é a Copa do Mundo de 2014, a primeira que tenho muitas lembranças. Infelizmente, a mais clara na minha mente é a do 7×1 histórico aplicado pela Alemanha contra o Brasil naquela semifinal.
Nessa época, já era apaixonado por futebol, mas ainda faltava aquele detalhe a mais, que era ver meu time bem e ganhando títulos. Antes de 2019, foram muitas decepções, vices e times horríveis, mas, em 2019, finalmente vivi um ano de muitas alegrias. Senti, pelo menos um pouco, daquilo que meu avô havia vivenciado no ano de 1981. Não tínhamos Zico, mas tínhamos Gabigol, que tecnicamente está anos luz atrás de Zico, mas que foi a maior referência daquele ano, junto de Arrascaeta, Bruno Henrique e Everton Ribeiro. Tenho o grande sonho de me tornar um jornalista esportivo, e, assim como todo grande jornalista da área, cobrir uma Copa do Mundo. O projeto oferecido pela disciplina de Jornalismo Esportivo da Facom UFJF, o qual estou muito empolgado para participar, representa o início desse sonho.