A paixão que tenho pelo esporte parte de dois craques corinthianos: meu pai, e meu irmão mais velho
Sim, o “futebol é a coisa mais importante entre as menos importantes”. Essa frase é fortíssima aqui, no país do futebol! Carregamos genótipos e bênçãos que nos põe no topo. A paixão que tenho pelo esporte parte de dois craques corinthianos: meu pai, e meu irmão mais velho, que cantava o hino do clube nos meus primeiros meses de vida.
Comecei a acompanhar futebol em 2013, quando tinha 7 anos. O Boa Esporte, clube de Varginha, jogava a Série B do Campeonato Brasileiro e eu ia aos jogos com meu pai, na época do Marcelinho Paraíba e de quando cantávamos “terceira
divisão” no rebaixamento do São Caetano.
Em 2014, tudo mudou. O futebol virou minha paixão. Jogava FIFA 14 e passei a assistir ao Corinthians mais de perto (uma memória? um golaço no ângulo, chute de fora da área do meio-campista Jadson com o uniforme amarelo, contra o Linense).
Vivi intensamente a Copa do Mundo no Brasil e até chutei a porta da cozinha no 7 a 1 para a Alemanha naquela semifinal. Além disso, primeira vez em estádio cheio. Boa x Oeste, última partida como mandante na Série B, lá no Melão, na luta pelo acesso. Detalhe: fui pé quente.
Todo o sentimento se confirmou em 2015! Primeiro grito de “é campeão” na vida, o título brasileiro do Corinthians. Pulava no sofá de alegria comemorando com meu padrinho. Creio que o futebol é mágico, une povos e preenche corações. Agora, estou cursando a disciplina de jornalismo esportivo. Cobrindo a Copa do Mundo pela Rádio FACOM, aquele sonho de garoto está se fazendo realidade, sempre acreditando que o melhor ainda está por vir! Obrigado, futebol, por fazer
parte da minha história!