Sou mais um dos brasileiros que andam chutando bolas pelas ruas

Não me lembro exatamente quando começou minha paixão pelo futebol e, especificamente, pelo Flamengo. A única coisa que me lembro bem é que sempre tive camisetas, toalhas de rosto e de banho e bolas de futebol do Flamengo. Gosto de futebol desde muito novo, sou mais um desses garotos brasileiros que estão chutando bolas de futebol por aí desde que se entendem por gente. Minhas recordações mais antigas em relação ao Flamengo são de quando eu tinha por volta de quatro a cinco anos. Meu pai sempre (quando falo sempre, é sempre mesmo) ficava gritando “mengo” para mim pela casa e rua a fora e me colocava para assistir aos jogos com ele, tanto do Flamengo quanto da Seleção. Isso, certamente, teve um papel muito importante na terceira palavra aprendida por mim, que foi “gol”, após “mamãe” e “papai”, obviamente.

Lembro bem de quando costumava assistir aos jogos com meus pais e, após os gols do Flamengo, pulávamos com muita alegria na cama (minha mãe ficava maluca com isso), meu primeiro ídolo foi o lateral direito Léo Moura, não por eu saber que ele era um grande jogador pelo time, mas sim por ser o favorito do meu pai também. E agora, na disciplina de jornalismo esportivo, vou transmitir a Copa do Mundo de 2026 com meus colegas de classe, pelo projeto da Rádio Facom. Espero que esse já seja o primeiro passo rumo ao sonho de cobrir uma Copa como jornalista esportivo.